ALEX ATALA LANÇA SERVIÇO DE BUFÊS PARA CASAMENTOS.

SAO PAULO, SP, BRASIL, 11-12-2014: Alex Atala, 46. Entrevista com o Chef de Cozinha e dono do Restaurante DOM, Alex Atala. (Foto: Fabio Braga/Folhapress, COMIDA)***EXCLUSIVO***.

Broto de cenoura ou crocante de pele de peixe em um bufê de casamento. Bom, talvez não da mesma forma que apareceriam em um menu-degustação do D.O.M., mas o chef Alex Atala quer incluí-los nos cardápios de seu novo negócio: o 7 Gastronomia.

O lançamento oficial do serviço de catering, fruto de uma parceria com a Casa Petra, foi realizado nesta quinta-feira (12).

No novo negócio (o sétimo do chef –por isso o nome), Atala não ficará diretamente na cozinha; o chef Mauro Sierro, que trabalhou no D.O.M. e no Dalva e Dito, vai liderar a equipe –que conta com cinco profissionais deslocados dos restaurantes.

Atala, no entanto, afirma que vai elaborar todos os cardápios. “Há um esqueleto montado do trabalho e com base no número de pessoas, levando em conta três ou quatro questões, vamos ajustando os menus. Mas gerir tudo é difícil; receber as pessoas, fazer degustações, nessa parte não vou estar”, diz.

Arroz meloso de polvo

Mesmo com o conservadorismo que normalmente rege cardápios de bufês, a equipe elaborou receitas que considera ousadas –ainda que com ingredientes por vezes triviais. O ceviche de flores com gazpacho de ameixas, por exemplo, pode anteceder um filé-mignon –no caso, com molho toffee e crisp de mandioca.

“Um evento pequeno tem 50 pessoas e é natural que seja mais conservador, que tenha restrições. Mas isso não é um limitador”, diz o chef, que acredita poder usar de sua credibilidade para convencer o cliente a algo diferente.

O valor para eventos, só com aperitivos, pode variar de R$ 205 a R$ 380 por pessoa. O 7 Gastronomia vai oferecer também a opção de serviço à la cloche, em que o garçom retira o pedido do convidado, como em um restaurante. Neste caso, o valor mínimo será de R$ 380 por pessoa.

Segundo o chef, a diversificação de negócios “obviamente, é para ganhar dinheiro. Mas não é só isso”.

“O mercado de eventos sempre foi mais rentável do que o de restaurantes –e todo o mundo trabalha para ganhar dinheiro–, mas a minha carreira sempre foi orientada pela satisfação”, afirma. “Imagine que a gente, como cozinheiro, hoje, não faz canapés. São possibilidades que não existem no restaurante e que se abrem agora para nós. Há uma busca por inovação.”

Fonte: Magê Flores.

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