CHEF SALVATORE LOI ABRIRÁ NOVOS RESTAURANTES EM SÃO PAULO.

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Depois de deixar o Loi Ristorantino, sua última casa, o italiano prepara a inauguração de um endereço de alta gastronomia e de uma Osteria.

Chefs Salvatore Loi e Paulo Barros
                                            Chefs Salvatore Loi e Paulo Barros 

Quando saiu do Loi Ristorantino, nos Jardins, em agosto, o chef Salvatore Loi causou comoção no mundo da gastronomia. Afinal, como um dos melhores profissionais da cidade, ex -titular do Fasano, poderia deixar um restaurante de sucesso com o seu sobrenome na fachada?

Discórdia com o sócio majoritário, Ricardo Trevisani, quanto ao cardápio foi o que explicou a ruptura na época. Cerca de seis meses depois, entretanto, o cozinheiro prepara seu retorno silenciosamente com a inauguração de duas casas cheias de potencial para provocar rumor e agitar a culinária paulistana.

Uma delas, de alta gastronomia, será no Jardim Paulistano, no mesmo espaço onde funcionou o Meating Bistrot à Viandes, inaugurado em maio passado pelo chef Alain Poletto e pelo empresário francês Petrit Spahija, marido da atriz Maria Fernanda Cândido. O projeto vem sendo mantido em segredo, assim como o da outra novidade: uma osteria em conjunto com Paulo Barros — que, bomba!, acaba de se desligar do comando das cozinhas do Grupo Egeu. O estabelecimento ocupará o ponto do recém-fechado Il Fornaio d’Italia, no Itaim. Nenhum dos negócios tem nome definido.

A casa de Loi e Barros, dupla que repete a parceria dos extintos Girarrosto e Mozza, além do Kaá, deve ser aberta em junho. “Será um lugar acolhedor, de estilo familiar, com pratos como polenta, massas e risotos para partilhar”, explica Barros, que calcula gastar 1,2 milhão de reais do próprio bolso. “O momento é difícil, mas vale a pena investir.”

Meating — Bistrot à Viandes
Recém-fechado, o Meating dará lugar a uma das novas casas (Foto: Mario Rodrigues)

O chef-empresário revela que sua saída do Grupo Egeu, detentor do Italy, do Kaá e da rede de lanchonetes General Prime Burger, vinha se desenhando desde agosto, mas só se concretizou em 31 de janeiro. “Ofereceram-nos sociedade nesse novo negócio, mas preferimos expandir as marcas que já temos”, afirma Paulo Kress Moreira, um dos cabeças do Egeu.

Kaá restaurante

Para transformar o antigo Meating, Loi captou 2,5 milhões de reais com investidores. “Não havia, por exemplo, equipamentos para preparar a massa.” O endereço de alta culinária, que provavelmente também terá seu sobrenome, deve estar pronto para funcionar no mês que vem.

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O chef Paulo Barros, que acaba de deixar o Grupo Egeu (Foto: Fernando Moraes)

Fonte: Arnaldo Lorençato -Veja SP

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